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O impacto do preconceito na saúde mental

Sabemos que o Janeiro Branco é uma campanha global de conscientização da saúde mental, um tema importante nos dias de hoje, onde existem tantas cobranças tantos padrões, tanto distanciamento humano levando cada um a cuidar apenas de si e ignorar a dor do outro, não colocando em prática a tão famosa empatia.  

Além disso, com a desculpa da sinceridade, a grosseria, falta de noção e comunicação violenta estão cada vez mais comuns, camufladas pela frase: “É só minha opinião”.

O preconceito, o bullying, a violência verbal doméstica e a homofobia não param de acontecer.

E você já se perguntou o quão grave isso pode ser para uma pessoa que está emocionalmente abalada?

Você já parou para pensar os efeitos disso?

Pois bem, muitos casos de suicídio estão relacionados com a forma que essa pessoa é tratada por sua família, por seus colegas de escola ou empresa, pela sociedade como um todo. As diferentes formas de preconceitos, a exclusão, o julgamento, o excesso de cobrança, a falta de percepção, falta de afeto e de compreensão, tudo isso pode adoecer a mente de uma pessoa, a levando para um abismo de solidão e indiferença.

Imagine você sendo responsável por isso, é muito pesado né!?

Talvez seja até exagero da minha parte trazer essa provocação, mas a intenção aqui é realmente fazer você refletir em como tem tratado as pessoas a sua volta.

Você pode salvar ou destruir uma mente simplesmente com suas ações e palavras, pode ajudar ou atrapalhar alguém.

O que escolhe fazer em 2025?

Seja você um agente de mudança e contribua para a diminuição dos números de pessoas doentes emocionalmente.

Abro um espaço para reforçar a importância dos psicólogos e psiquiatras, profissionais capacitados para apresentarem melhorias e soluções para situações de transtornos emocionais.

Além disso é importante esse acompanhamento já nos primeiros sintomas como solidão, pensamentos acelerados e desregulados, mudanças de comportamento, falta de sono, sono ou cansaço excessivos, estresse contínuo e descontrolado entre outros.

Então, caso se sinta assim, procure ajuda.

Afinal, se cuidar é um ato de coragem e amor próprio.  

Por: Thaysa Queiroz

Bióloga, apaixonada por diversidade, inclusão e equidade.

Instagram: @thaysadebora

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