Banner TopoBanner TopoBanner TopoBanner TopoBanner TopoBanner Topo
Destaques Florestal e Celulose

Arauco convida população a escolher nomes de família de bugios-pretos

O monitoramento de fauna realizado no Projeto Sucuriú, da Arauco, em Inocência (MS), tem revelado histórias que vão além dos registros técnicos sobre a biodiversidade local. Entre as copas das árvores e os dados coletados pelas equipes ambientais, uma família de bugios-pretos foi identificada no entorno da construção da fábrica e agora vai ganhar nomes escolhidos com a participação da comunidade, por votação online. A votação está aberta até 1º de julho com quatro grupos de nomes para a família de primatas.

A votação está aberta até 1º de julho e apresenta quatro opções de grupos de nomes para o casal e seu filhote. A iniciativa transforma um importante registro do monitoramento ambiental em uma oportunidade de aproximação com a população local. Ao convidar a comunidade a participar da escolha, a Arauco busca dar visibilidade às ações de conservação desenvolvidas na região e destacar a presença dos bugios-pretos na paisagem natural da região.

A primeira opção é formada por Pequi, para a mãe; Baru, para o pai; e Bacuri, para o filhote. Os nomes são inspirados em frutos do Cerrado, bioma presente no território onde está inserido o Projeto Sucuriú, e reforçam a ligação da família de bugios com a paisagem natural da região.

A segunda é Amana, Cauê e Iberê. Amana significa “água que vem do céu”; Cauê pode ser associado a “gavião” ou “homem bondoso”; e Iberê remete a “rio” ou “caminho da água”. A opção, inspirada no tupi-guarani, tem uma construção mais poética, conectada ao céu, à água e ao movimento dos rios, em referência também ao rio Sucuriú.

A terceira alternativa valoriza a ideia de família em guarani, idioma presente na cultura sul-mato-grossense e do país vizinho, o Paraguai. Nessa opção, a mãe se chama Sy, que significa mãe; o pai, Túva, que significa pai; e o filhote, Mitã, que significa criança.

Já a quarta opção tem inspiração direta na biodiversidade. Aloua faz referência a nomes de espécies de primatas da região, enquanto Zogue e Sauá são nomes populares de diferentes espécies de primatas em outras regiões do Brasil, especialmente na Mata Atlântica.

Para Camila Paschoal, gerente de Meio Ambiente da Arauco Celulose Brasil, aproximar a comunidade desse trabalho contribui para fortalecer o vínculo das pessoas com a fauna local. “O monitoramento nos permite conhecer melhor as espécies presentes no território e orientar ações ambientais cada vez mais assertivas. Ao convidar a população para participar da escolha, queremos mostrar que a conservação da biodiversidade também passa pelo vínculo das pessoas com o ambiente em que vivem”, afirma.

Segundo ela, a escolha dos nomes não foi aleatória. “Cada sugestão foi pensada a partir de referências que dialogam com o Cerrado, a cultura regional, a ideia de família e a biodiversidade local”, ressalta a gerente.

Tecnologia amplia monitoramento e conhecimento de primatas

O acompanhamento dos primatas no Projeto Sucuriú combina observação em campo, trabalho de equipes especializadas e o uso de drones equipados com sensores termais. A tecnologia permite localizar os animais a partir do calor emitido por seus corpos, especialmente nas primeiras horas da manhã, quando a vegetação apresenta temperaturas mais baixas e o contraste térmico favorece a detecção.

Realizado em parceria com a Sauá Consultoria Ambiental, o monitoramento é particularmente relevante para espécies de hábito predominantemente arbóreo, como os bugios-pretos, que passam grande parte do tempo nas copas das árvores. Com o apoio dos drones, as equipes conseguem ampliar a área monitorada, acessar locais de difícil alcance e obter informações mais precisas sobre a distribuição, o deslocamento e o comportamento dos animais.

Entre as espécies acompanhadas estão o bugio-preto e o macaco-prego-do-papo-amarelo, ambas classificadas como vulneráveis ao risco de extinção. Os dados gerados pelo monitoramento ajudam a orientar ações ambientais, medidas de mitigação de impactos e estratégias de conectividade entre áreas naturais.

Como votar

A comunidade pode participar da escolha pelo link, disponível na bio do Instagram @projetosucuriu até o dia 1º de julho. A votação também está disponível pelo QR Code publicado no informativo impresso Notícias do Projeto Sucuriú, distribuído em Inocência, Três Lagoas e Campo Grande.

Em Inocência, a população pode retirar seu exemplar na Casa Arauco, localizada na avenida Três Lagoas, 199, no centro da cidade. O trio vencedor será anunciado no dia 2 de julho, no Instagram do Projeto Sucuriú: @projetosucuriu.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

Leave a comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar

Agronegócio Destaques

Agro brasileiro pode ser chave contra mudanças climáticas

There are many variations of passages of Lorem Ipsum available but the majority have suffered alteration in that some injected
Destaques Inovação e Tecnologia

MS já tem 10 municípios com tecnologia 5G

There are many variations of passages of Lorem Ipsum available but the majority have suffered alteration in that some injected